terça-feira, 4 de janeiro de 2011

The Way - O caminho


O Caminho 

Em um campo solitário caminhava em uma manhã de sol nascente 
Tudo estava quieto e em silêncio; uma oração estava no meu coração. Me perguntava: 
"Em outras terras além dessa colina, além do meu pequeno mundo, 
Como posso levar sua mensagem e levar sua luz? " 
Logo vieram os ventos e a chuva, e fui arrastado, 
E sua voz tranqüila falou ao meu coração: "Só tens que seguir... Eu te mostrarei o 
caminho". 
Um caminho agora estava diante dos meus pés e se estendia mais além da minha visão, 
E eu não sabia quantos dias, quantos anos... o que havia por diante. 
Um rio que corre por debaixo de uma alta montanha, flores, espinhos, uma viagem sem 
fim. 
A cada passo que dava O tinha ali ao meu lado. 
Então chegou o dia, quando me chamou pelo nome, e me conduziu ao seu lado 
E ouvi uma voz que falava ao meu coração. 
Não fiques aí olhando para o céu, não deixes que esses momentos passem, 
Um mundo faminto e cansado está te esperando. 
O caminho é longo, porém não tenhas medo, levanta-te e enxuga as tuas lágrimas, 

Estarei sempre aqui ao teu lado. Sempre. 

Ainda que o caminho seja longo, podemos viajar e seguir as suas pegadas, 
o Senhor nos ensinou a encontrar nosso caminho, e a forma de escutar a sua voz. 
Porém o dia foi passando e o sol começou a esconder-se, 
É natural que fiquemos cansados e tenhamos medo da noite quando se aproxima 
Logo vem a tormenta, nos vemos sozinhos. O Senhor parece estar tão longe, 
E não há como saber como ser acudido... 
E Tomé disse: "Como podemos saber o caminho?" 
Não sabemos aonde vais. Não preferes ficar aqui? 
Não vês? É muito para mim ...” 
"Não tenhas medo. Já conheces o caminho ". 
Não fiques aí olhando para o céu, não deixes que esses momentos passem, 
Um mundo faminto e cansado está te esperando. 
O caminho é longo, porém não tenhas medo, levanta-te e enxuga as tuas lágrimas, 

Estarei sempre aqui ao teu lado. 

Estarei aqui ao teu lado. Tu conheces o caminho. 


www.whynotpriest.org 

© Gabriel Lewis, LC 

Eu rezo o Rosário

O video que a TV não mostrou

Postado por Padre Demétrio
do blog Ignem in terram (www.padredemetrio.com.br)
11 de novembro de 2010




Certamente muitíssimos telespectadores viram retransmitida nos principais canais de TV, a heterofóbica cena do “beijaço” gay em protesto à visita apostólica do Santo Padre a Barcelona, no último fim de semana. As cenas seguintes, certamente quase ninguém viu…


Que bela juventude! Essa é realmente cativante. Esa es la juventud del Papa!

Sobre a Santa Escravidão de amor


Do Blog Christo Nihil Praeponere (padrepauloricardo.org)

São Luís Maria de Montfort e a Virgem Maria

1- O que é a Santa Escravidão de amor?


A total consagração à Nossa Senhora, ou a santa escravidão de amor é a entrega de tudo que somos e possuímos à Santíssima Virgem para que através dela possamos mais perfeitamente pertencer a Deus.

A finalidade desta total entrega a Nossa Senhora é nos unir a Jesus Cristo e nos fazer crescer em sua graça. Nos entregamos totalmente a Nossa Senhora para que ela nos ensine a cumprir em nossa vida a Santíssima vontade de Deus. São Luís Maria de Montfort chama a Santa Escravidão de Amor de “A Verdadeira Devoção”, simplesmente porque ela nos mostra quem é Nossa Senhora, qual seu lugar no plano de salvação e sua missão na vida da Igreja e de cada um de nós.

A doutrina da Santa escravidão nos faz ver e compreender que Jesus nos deu Maria como verdadeira mãe, mestra e educadora, e ao mesmo tempo nos convida e nos faz lançar aos cuidados desta boníssima Senhora atendendo ao mandato de Jesus que olhando para nós nos diz: “Eis aí tua mãe”. Assim pela total consagração de nós mesmos à Santíssima Virgem estamos dizendo nosso sim a Jesus que no-la deu por mãe, a fim de que Ela nos ensine a fazer tudo que Ele mandou.

Do ponto de vista pastoral a necessidade e eficácia da total consagração a Nossa Senhora são sempre atuais, uma vez que esta consagração e devoção não são mais que a perfeita renovação das promessas do nosso santo batismo. De fato os concílios assim como muitos Papas falaram sobre a necessidade de se recordar os cristãos os votos de seu batismo e de seu estado de pertença a Deus, assim pela Total Consagração, nós agora por nós mesmos, renovamos nossas promessas batismais, recuperando a consciência de nosso estado de pertença a Deus. Tudo isso através de Maria, como quer Jesus, para que Ela nos ensine a sermos fiéis a nossa adesão a Cristo bem como da renúncia de todo mal.

2- O que acontece conosco, quando nos consagramos como Maria, Escravos por Amor?



Nós confirmamos a soberania de Deus e da Santíssima Virgem em nossas vidas, entregando TUDO que somos e temos a Jesus pelas mãos de Maria. Aqui, TUDO quer dizer TUDO. Nosso corpo com todos os nossos bens materiais e nossa alma com todas as nossas riquezas espirituais, nossos pensamentos, nossos desejos e quereres. Assim, mesmo os méritos de nossas orações, sacrifícios e boas obras passam a pertencer a Maria Santíssima para que Ela possa usá-los como lhe aprouver. Pela Santa Escravidão de Amor passamos a não possuir mais nada. Tudo passa ser de Maria, para que deste modo tudo possa ser de Deus.
Quando fazemos esta consagração e a vivemos obtemos um aumento admirável em nosso “Capital de Graças”, e por isso nos santificamos mais rapidamente e de maneira mais perfeita e segura. Com efeito, Maria Santíssima é um caminho fácil, curto, seguro e perfeito para nos unirmos a Jesus e crescermos em sua graça.

Santo Agostinho, diz que Maria é o molde de Cristo (forma DEI). Por sua vez, diz São Thomas de Aquino, que a nossa vida cristã consiste em refazer em nós a imagem e semelhança de Deus perdida pelo pecado, ou seja, devemos nos tornar semelhantes a Jesus em nossa maneira de ser, pensar e agir. Devemos imprimir em nossa alma a fisionomia de Nosso Senhor, para amar como

Jesus amou, pensar como Jesus pensou, viver como Jesus viveu…etc. Para isto nada mais oportuno do que esta consagração, uma vez que Maria Santíssima é o grande molde no qual foi formado Jesus. Assim, todo aquele que se lançar e desmanchar dentro deste molde sairá com as feições de Jesus. A consagração é a maneira pela qual nos lançamos neste molde perfeito e a vivência dessa devoção é a maneira pela qual nos desmanchamos no mesmo molde, ou seja quando nos entregarmos totalmente a Maria, Ela nos ensinará a ser, pensar e viver como Jesus.


3- Quem pode fazer esta total consagração, e como fazê-la?

Todos os que querem viver o seu batismo podem e devem fazer esta consagração, ou seja, todos os que querem ser santos, que acreditam em Jesus Cristo e em toda sua doutrina, tal qual, nos transmite a Santa Igreja. Quem faz restrições a doutrina de Jesus Cristo ensinada pela Santa Igreja, ou quem não pode (ou não quer) viver em comunhão eucarística não pode fazer esta consagração.


4 – Como fazer esta consagração?

Para se fazer esta consagração é necessário primeiro conhecê-la; lendo e estudando o Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem, escrito por São Luís de Montfort, e outros livros que falem sobre a Santa Escravidão, como “O Livro de Ouro ao Alcance de todos” ouvindo palestras e participando de encontros e retiros sobre o tema.

Assim, após se ter consciência do que é esta Consagração e de como deve vivê-la pode se marcar uma data e fazer os exercícios preparatórios que durarão um mês. Estes exercícios são meditações diárias que podem ser encontradas no livro “Consagração a Nossa Senhora” de Dom Antônio Maria Alves de Siqueira.

A seqüência de preparação é a seguinte:


I – Doze dias preliminares- Para desapego do espírito do mundo a aquisição do Espírito de Deus. Onde se medita nossa vocação à santidade, desprendendo-se de tudo que possa nos atrapalhar a sermos santos para irmos para o céu.

II – Primeira semana- Para o conhecimento de si mesmo. Trata-se de um período para fazermos um profundo exame de consciência a partir do que devemos nos aperfeiçoar, buscando em tudo sermos agradáveis a Deus.

III – Segunda semana- Para o conhecimento da Santíssima Virgem, de sua pessoa, sua missão, das graças das quais Ela é repleta, de suas sublimes virtudes, de seus privilégios, etc. De forma que conhecendo-a melhor, possamos amá-la mais e honrá-la como Ela merece ser honrada.

IV – Terceira semana- Para o conhecimento de Jesus Cristo nosso Fim Último, nosso Grande Deus e Senhor. Aqui devemos meditar no Mistério da vinda, da vida, paixão, morte e Glorificação de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Devemos contemplar a encantadora vida de Jesus, sua pessoa e sua doutrina, para que assim possamos crer nele com profunda convicção, amá-lo com amor abrasado, de forma, a despertar em nós um grande desejo de fazê-lo conhecido, amado e adorado, por todos.

Durante esta preparação de um mês (ou 33 dias), faz-se uma confissão geral e no dia escolhido (de preferência uma festa Mariana) participasse do Santo Sacrifício da Missa e se recebe Jesus no Santíssimo Sacramento. Depois da Ação de Graças (e como Ação de Graças) se recita a fórmula da Consagração que deve estar previamente copiada (de preferência de próprio punho) e se assina. Quando o sacerdote tem conhecimento da consagração e apóia, pode-se pedir que ele assine a folha como diretor espiritual e abençoe as correntes (se forem ser utilizadas).

Carta ao Papa e Ano Mariano


Carta ao Papa e Ano Mariano

DO BLOG CHRISTO NIHIL PRAEPONERE (PADREPAULORICARDO.ORG)


Penso que seja extremamente oportuna a iniciativa do meu querido irmão, Padre Rodrigo Maria, de suplicar ao Papa Bento XV a graça de um novo Ano Mariano para 2012-2013.

Tenho ainda na lembrança as graças imensas que pude colher do Ano Sacerdotal que vivemos, por ocasião do aniversário de 150 anos da morte de São João Maria Vianney (Padroeiro dos Párocos), e que teve muitíssimos frutos de conversão na vida de tantos padres.
Um novo Ano Mariano comemorando, em 2012-13, recordando os 25 anos do último ano mariano proclamado pelo servo de Deus o Papa João Paulo II e comemorando os 300 anos do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luis Maria Montfort, seria um verdadeiro tempo de graça para a Santa Igreja de Deus.
O Ano Mariano em 2012 seria uma grande oportunidade de reavivar a Devoção a nossa Mãe Santíssima no coração dos católicos e propagar a prática da Consagração Total a Ela, como é ensinado pelo próprio São Luis.
Seria uma forma muito prática de responder aos apelos que a Virgem Santíssima fez em Fátima (1917): “Deus quer estabelecer no mundo a Devoção ao Meu Coração Imaculado. (…) Se fizerdes o que vos digo, muitas almas se salvarão e terão paz.”
Pois como diz o próprio São Luis, “foi por intermédio da Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por meio Dela que Ele deve reinar no mundo. (…) Por Ela Jesus Cristo vem a nós, e por Ela devemos ir a Ele.” (“Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, n. 1; 85)
Por estas razões, gostaria de me unir a esta iniciativa do Pe. Rodrigo Maria, e convidar você, caríssimo irmão e irmã, a enviar também a sua carta ao Santo Padre Bento XVI, através dos endereços que se encontram abaixo.

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

Mensagem do Pe. Rodrigo Maria

Que reine em nossos corações o puro amor de Deus!
Aos católicos, movimentos, associações e a todos que ainda conservam a fé e acreditam no amor.

Caríssimos irmãos diante da situação dramática na qual se encontro o nosso mundo; tendo diante de nossos olhos o aumento da iniquidade, o avanço do mal, a destruição dos valores, a perca da fé e o esfriamento da caridade, somos impelidos a perguntar: Até quando isso continuará? O que podemos fazer para que tudo isso mude? Para que o mal seja superado e o amor volte a prevalecer? O que fazer para que Jesus seja mais conhecido, amado e adorado por todos?
Na verdade Deus já nos deu a resposta! Em meio a esta batalha espiritual O Senhor mesmo estabeleceu sua estratégia para esmagar a cabeça do inimigo, neutralizar a ação do mal e estender seu reinado nos corações. Ele nos deu uma mãe! O próprio Jesus consagrou a Igreja aos cuidados de sua mãe Santíssima (“Eis aí a tua mãe”, Jo 25,19), colocando-nos sob sua autoridade, fazendo de nós seus filhos na ordem da Graça, estendendo sua maternidade espiritual sobre todos os corações para que ela nos ensinasse a amar a Deus em verdade levando-nos a fazer tudo quanto Jesus mandou.
Em Fátima (1917) a Santíssima Virgem nos recordou a vontade de Deus e sua estratégia para vencer o inimigo em meio a esta guerra espiritual; Ela nos disse: “Meu filho quer estabelecer ao mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. Eis o remédio para os nossos tempos! Uma verdadeira devoção a Santíssima Virgem. Uma devoção que nos coloque em seu colo, ou melhor, na escola de seu Imaculado Coração, onde devemos aprender o verdadeiro amor a Deus, tornando-nos cristãos autênticos, santos, a altura dos tempos difíceis em que vivemos. O mundo precisa de santos… e Deus determinou que estes fossem formados na escola do Imaculado Coração de sua Mãe Santíssima.
A Total Consagração é um meio privilegiado para se entrar no coração da Santíssima Virgem, pois por este meio, nós aceitamos livremente a maternidade espiritual de Nossa Senhora sobre nós, assumindo a condição de filhos como Jesus determinou. Se os cristãos conhecessem e vivessem a Total consagração a Santíssima Virgem, aprenderiam com a Mãe do Céu a amar a Deus e ao próximo como Jesus ensinou.
Jesus quer que se estabeleça no mundo a devoção ao coração de sua Mãe Santíssima. Como fazer?
Em 2012, o “Tratado da Verdadeira devoção à Santíssima Virgem” escrito por São Luís Grignion de Montfort completará 300 anos, dando – nos uma singular oportunidade para difundir a devoção ali tão sublimemente ensinada. A concretização deste desejo do coração de Jesus expresso por Nossa Senhora em Fátima, tomará grande impulso, se conseguíssemos junto Santo Padre a graça de um ano Mariano de 2012 a 2013. Pois a exemplo do que aconteceu no ano sacerdotal, toda Igreja se voltaria para meditar na pessoa e na missão da Santíssima Virgem, tal como apresenta o padre de Montfort que por sua vez, poderia ser apresentado como exemplo de devoção a Santíssima Virgem, e por isso mesmo, de amor a Jesus Cristo.
Irmãos, peçamos ao Santo Padre a Graça de um Ano Mariano em 2012 para que venha ao mundo o esperado Triunfo do Imaculado Coração de Maria e consequentemente o reinado de Jesus em cada coração. Falemos com todos para que enviem cartas ao Santo Padre, o Papa, bem como para os cardeais; com os nossos bispos, padres, comunidades, associações e movimentos, pedindo a estes que façam o mesmo, ou seja, que envie ao Santo Padre e aos Cardeais um pedido para que em 2012 – 2013 sejam decretado Ano Mariano.
Segue em anexo um modelo de carta que foi enviada ao Santo Padre pedindo a Graça do Ano Mariano em 2012-2013.
Nos corações de Jesus e Maria,
Pe. Rodrigo Maria
Fraternidade Arca de Maria

Modelo de Carta que foi enviada ao Santo Padre

Recife, 21 de Setembro de 2010.
A Sua Santidade Papa Bento XVI
Beatissime Pater,
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Desejosos de contribuir com o retorno da humanidade a Cristo e com a restauração da Fé entre os batizados, queremos suplicar a Vossa Santidade a graça da proclamação de um Ano Mariano em 2012-2013 , quando o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luis Maria Grignion de Montfort completará 300 anos, bem como fará exatos 25 anos do último Ano Mariano que a Santa Igreja viveu (1987-1988), convocado pelo saudoso Papa João Paulo II.
A exemplo do que ocorreu no Ano Sacerdotal (2009-2010), quando toda Igreja meditou sobre a natureza e importância do sacerdócio cristão – havendo sido proposta a figura de são João Maria Vianney como modelo para os sacerdotes – um Ano Mariano que propusesse a Total Consagração a Jesus por Maria seria ocasião para renovação espiritual de todo povo e incremento de uma nova evangelização .
A Total Consagração ou Santa Escravidão de amor, como é ensinada pelo padre de Montfort é de uma perene atualidade pastoral uma vez que é radicada na renovação das promessas batismais, tornando-se assim meio privilegiado para recuperação da consciência de nosso batismo, bem como de nossa vocação a bem-aventurança eterna.
A proclamação de um Ano Mariano para toda a Igreja tornar-se-ia também uma resposta positiva ao desejo de Nosso Senhor expresso por sua Mãe Santíssima aos pastorinhos de Fátima em 1917, a qual disse : “Meu Filho quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. De fato, a total consagração a Santíssima Virgem traduz muito bem aquela santa dependência que Jesus quis que tivéssemos para com sua Mãe Santíssima a fim de que na escola de seu Imaculado Coração aprendessemos a fazer bem tudo quanto Ele mandou.
Por ser completamente cristocêntrica a devoção à Santíssima Virgem como é proposta por São Luis de Montfort, encontrou no Papa João Paulo II um grande acolhimento, aprovação e recomendação, ao ponto de tornar-se sua dileta via espiritual, mostrando mais uma vez sua atualidade.
Santidade, tudo que os nossos dias precisam é de verdadeiros seguidores de Cristo, de homens e mulheres santas que vivam o seu batismo, que amem a Santa Igreja e a humanidade e que não tenham medo de crer e viver a fé. E não temos duvidas que estes devem ser formados na bendita escola do Imaculado Coração de Maria, pois foi Cristo quem por primeiro nos consagrou e nos confiou aos cuidados desta Mãe Santíssima a fim de que ela nos ensinasse a amar a Deus de verdade.
Padre Santo, estamos em continua oração por Vossa Santidade e por Sua missão.
Em espírito de filial submissão, de joelhos, pedimos Sua Bênção paternal.

Nos corações de Jesus e Maria,
Pe. Rodrigo Maria
Fraternidade Arca de Maria

As cartas em súplica ao Santo Padre também podem
ser enviadas para os seguintes endereços:

-Secretario do Papa – Mons. Geog Ganswein
Palazzo Apostolico Vaticano
00120 Città Del Vaticano.

- Apostolic Palace
Via del Pellegrino
Ciita del Vaticano
Vatican City State, 00120 Europe
phone: 0011.3906.698810.22

email: av@pccs.va
fax:011.3906.6988.53.73

As cartas devem ser escritas em nome próprio e/ou no nome da
comunidade ou grupo ao qual você pertença, pode ser a mesma
que enviamos ou uma outra.

Ritos Iniciais na Santa Missa V

Por D. José Palmeiro Mendes, OSB 


Abade Emérito do Abadia Nossa Senhora de Montserrat
(Mosteiro de São Bento), no Rio de Janeiro, RJ 


A parte 1 deste estudo encontra-se neste link 

A parte 2 deste estudo encontra-se neste link

A parte 3 deste estudo encontra-se neste link

A parte 4  deste estudo encontra-se neste link

Oração da coleta  

Após o “Senhor, tende piedade de nós” (Kyrie, eleison) e, se for o caso, o “Glória”, o sacerdote faz um breve momento de silêncio e, então, profere a oração denominada “coleta”, também chamada “oração do dia’. É propriamente a primeira oração da missa, eis que até agora tivemos uma antífona (Introito), palavras de introdução, uma aclamação (Kyrie), um hino (Glória).   

“Estas orações tem um lugar marcante na liturgia. Elas são solenemente pronunciadas ou cantadas. Mas nem os fiéis nem os celebrantes parecem ter notado sua importância. É raríssimo que sejam o objeto de uma pregação que as explique. Ninguém as grava, como se grava por vezes uma leitura bíblica ou um salmo. É porque, muitas vezes, são ditas rapidamente. Ninguém então tem o tempo de se dar conta de seu conteúdo. Com efeito, são breves e densas. Para serem compreendidas, teriam necessidade que se prestasse a elas uma atenção sustentada, e talvez também alguns conhecimentos litúrgicos” (Pe. Adrian Schenker, OP, prefácio ao livro de D. Patrick Hala, monge de Solesmes “Habeamus gratiam – Commentaire des collectes du Temps Ordinaire”, Solesmes, 2002: ele se refere tanto à coleta como às orações sobre as oferendas e depois da comunhão).       

A propósito, é bom conhecer a palavra “eucologia”. Trata-se da ciência que estuda as orações e as leis que governam a sua formulação. 

Em sentido menos próprio, porém já em uso corrente, é o conjunto das orações contidas em um formulário litúrgico, em um livro ou, em geral, nos livros de uma tradição litúrgica (cf. o verbete de autoria de Matias Augé no “Dicionário de Liturgia”, Edições Paulinas 1992, pp. 415-423). À eucologia maior pertencem as orações mais complexas, como os prefácios, as orações eucarísticas, as bênçãos solenes. À eucologia menor, pertencem as orações mais simples. Pode-se dizer que a ‘coleta’ é a mais importante oração dentro da eucologia menor, exprimindo a índole da celebração.   


O sacerdote convida a assembléia à oração,dizendo: “Oremos”. Segue-se, então, um momento de silêncio em que o sacerdote e todos os presentes tomam consciência de que estão na presença de Deus e fazem sua oração particular. Não deve ser demasiado breve –pois então não daria para nada, seria uma ficção o silêncio – nem demasiado longo.Alguns liturgistas falam em aproximadamente dez segundos. E então o padre se volta para Deus e profere a oração, como que recolhendo as orações de cada um dos presentes (o termo “collecta”, “colligere”, significa “colher”, “recolher”... e aí se vê por que se usa o mesmo termo para a “coleta” de dinheiro ou outros dons que são recolhidos durante o ofertório).     

A oração é proferida pelo sacerdote de braços estendidos, o que lembra as mãos estendidas e cravadas do Ressuscitado. É o gesto tradicional do orante.
Conforme antiga tradição da Igreja, a oração costuma ser dirigida a Deus Pai, por Cristo, no Espírito Santo (o atual Missal só tem três orações que são dirigidas a Cristo: sexta-feira da I semana do Advento, manhã de 24 de dezembro, Corpus Christi). A conclusão exprime este sentido trinitário: “Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo” (ou se menciona o Filho no final: “Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo”).

O povo, unindo-se à súplica do sacerdote, faz sua a oração, aclamando: “Amém”. Trata-se de palavra de origem hebraica que significa: “é verdade”, “é assim”, “é digno de aprovação”. Outras vezes ainda vamos nos referir a ela. Embora uma simples palavrinha, oxalá nunca deixe de ser dita, alta e bom som, de forma consciente, pelos fiéis, mostrando que estão participando atenta e ativamente do rito.       

Antigamente na mesma Missa, conforme o dia, se diziam duas ou mesmo três orações, proferindo-se apenas a conclusão “Por nosso Senhor...” no final (por exemplo: a oração própria do dia + a oração da oitava de uma grande festa + a oração de um santo; ou então: a oração própria da festa do dia + oração própria de uma ordenação sacerdotal). Hoje isso não deveria se verificar mais, pois a Instrução Geral sobre o Missal Romano é clara: Na Missa sempre se diz uma única oração do dia” (nº 54), o que nem sempre é seguido.  

Muitas das coletas da Missa são de uma venerável antiguidade – algumas até do séc. V - tendo como fontes antigos livros litúrgicos dos sécs. VI, VII, VIII... Há orações provavelmente compostas por Padres da Igreja, como S. Leão Magno e S. Gregório Magno; outras se inspiraram neles e em Santo Agostinho, Santo Ambrósio, S. Cesário de Arles, etc. Criou-se mesmo um “estilo romano” das orações, que vem da liturgia romana clássica, que é a destes tempos antigos: as orações são concisas, objetivas, numa linguagem quase jurídica, estilo ritmado, enfim textos nada poéticos e sem sentimentalismo. Isto se vê especialmente quando tomamos os textos em latim ou fazendo uma tradução literal das coletas (a tradução portuguesa do Missal feita pela CNBB as vezes se afasta bastante do texto latino e se espera agora uma tradução um pouco mais literal, pedida pela Santa Sé). O Missal contém também algumas coletas feitas recentemente, por ocasião da reforma litúrgica pós-conciliar, redigidas de forma especial a partir de textos do Concílio Vaticano II (por exemplo, nas Missas para diversas circunstâncias). Tais coletas são facilmente identificadas por terem um texto grande, sem a brevidade romana.

As coletas são compostas geralmente em três partes:    

- uma invocação inicial: dirigida, como dissemos, a Deus Pai, lembra um atributo de Deus (todo-poderoso, eterno, cheio de misericórdia...), contém uma memória, a recordação do ato salvífico ou a vontade salvífica de Deus;

- súplica: mostra a atitude de humildade do suplicante (as vezes se resume numa palavra);     

- desejo: fazemos um pedido, ainda que de forma genérica.   

Tomemos, como exemplo, a coleta da Missa da Noite de Natal, que remonta aos meados do séc. VII (Sacramentário Gelasiano):     
1ª parte: Ó Deus – diz simplesmente, sem evocar nenhum outro atributo da divindade; e aí prossegue recordando o ato salvífico da noite do Natal: “que fizestes resplandecer esta noite santa com a claridade da verdadeira luz”;
2ª parte: a súplica consiste simplesmente na palavra “concedei”;
3ª parte: pedimos “que, tendo vislumbrado na terra este mistério, possamos gozar no céu sua plenitude”. 

Chamando a atenção para a oração da coleta, queremos, de forma especial, convidar os leitores a passarem a prestar atenção a ela, tanto quando a ouvem sendo proferida pelo sacerdote na celebração eucarística, como preparando a missa, ou quando retomam os textos posteriormente, na ação de graças, lendo o pequeno Missal dominical ou cotidiano ou o folheto da missa dominical.Uma boa idéia é tomá-las mesmo como objeto da “lectio divina”. São textos muito ricos de conteúdo, que precisam ser lidos e relidos, pois o profundo pensamento teológico que transmitem nem sempre é assimilado numa simples escuta. Querendo participar de modo bem consciente da celebração eucarística, podemos nos perguntar: “O que a Igreja nos faz pedir ao Senhor nesta missa?” Isto sabemos pela oração da coleta. Lendo e meditando estas orações aprendemos também a rezar melhor, deixando de pedir – ou pedindo menos ou de forma secundária – pequenas coisas, mas abrindo nossos corações para os grandes pedidos, por vezes pedidos fundamentais em vista de nossa salvação, que a Igreja, dirige ao Pai em nome de todos os seus filhos. O conjunto destas orações constituem, como bem diz o bispo beneditino de Mende, na França, Mons. Robert Le Gall, “uma pequena suma cinzelada de vida espiritual, plena de finura e profundidade”. “As fórmulas da tradição romana – diz ele – em razão de sua concisão, são muitas vezes pequenas jóias que se devem repetir, aprender, reaprender, para guardar no “palácio do coração”, como S. Gregório Magno gostava de falar, o sabor dos mistérios celebrados” (prefácio do livro de D. Patrick Hala, “La spiritualité de l´Avent à travers les collectes”, Solesmes 2004). É belo pensar que muitas destas orações foram proferidas por gerações e gerações de bispos e sacerdotes, alimentando a vida espiritual de muitos santos.

“Ó Deus, força daqueles que esperam em vós, sede favorável ao nosso apelo, e como nada podemos em nossa fraqueza, dai-nos sempre o socorro da vossa
graça, para que possamos querer e agir conforme vossa vontade, seguindo os
vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade
do Espírito Santo” (coleta do XI domingo do Tempo Comum).

João Paulo II será beatificado

Por: Andrea Tornieli, em Il Giornale

João Paulo II será beatificado em 2011, talvez antes mesmo do verão. Nas últimas semanas, a consulta médica da Congregação para as Causas dos Santos se diz favorável sobre o milagre atribuído à intercessão do Papa Wojtyla - a cura de uma freira francesa do mal de Parkinson - e da documentação nos últimos dias, passou também a discussão dos teólogos. Antes de chegar à mesa de Bento XVI, agora só precisava de uma mão livre no Cardeais e Bispos membros da Congregação, que recebeu o dossiê sobre o milagre. Colegiadamente os mesmos se reunirão para analisar e expressar o seu voto, em meados de janeiro.

Como você pode recordar, o decreto sobre as virtudes heróicas de Karol Wojtyla, que marca o fim do processo, foi promulgado pelo Papa Ratzinger, em 19 de dezembro de 2009, depois de votar por unanimidade a favor dos cardeais e bispos. O defensor da causa de beatificação, monsenhor Slawomir Oder, tinha apresentado um suposto milagre à congregação, um dos muitos relatórios recebidos através da intercessão de João Paulo II, compilado após a sua morte.

É, como todos sabem, a cura da irmã Marie Simon-Pierre, freira francesa de 44 anos, afetada por uma forma agressiva da doença de Parkinson. A doença que a obrigou a deixar o seu serviço na maternidade de um hospital em Arles, desapareceu instantaneamente e inexplicável após as outras freiras, em junho de 2005 com a morte Wojtyla recentemente, pedindo um milagre de cura. Durante meses, no entanto, a consulta médica, presidida pelo Professor Patrizio Poliscar, médico pessoal do Papa Bento XVI - chamada para discutir o caso e se pronunciar sobre a cura eficaz é impossível explicar a partir do ponto de vista científico. Um dos especialistas envolvidos manifestou perplexidade com o diagnóstico inicial dos colegas franceses e quis verificar se a religiosa realmente havia se curado, tendo sido afetada pela doença. Caso contrário, ele teria tido em consideração outros alegados milagres. Agora, após as investigações tomaram todo o tempo, o parecer da consulta médica tenha sido favorável.

Alguns tinham lido o atraso dos últimos meses como um "político" para retardar o processo de beatificação, obviamente, isso não era verdade. Em qualquer caso, nem nunca disse que, nas discussões e votações que acompanharam o processo, perguntas sobre a santidade pessoal de João Paulo II.

A reunião de médicos e de teólogos que deu rédea solta ocorreu antes do final de 2010, com a maior confidencialidade. Após a votação sobre as virtudes heróicas de Wojtyla foi-lhe atribuído o título de "venerável", e agora a consulta médica sobre o milagre (Positio super olhar), prevê-se que também à última reunião de cardeais e bispos aprovará a decisão nos próximos dias. Se isso acontecer, significa que o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, dirija-se ao Papa, para aprovação, e apresentar-lhe-á o milagre.

Desde então, a beatificação de João Paulo II será apenas uma questão de tempo. Teoricamente, ainda é possível o sexto aniversário da morte de 02 de abril de 2011, ou uma data em maio. Ou, em outubro, o aniversário da eleição para o papado. A cerimônia de beatificação de Wojtyla será um problema significativo organizacional, dado o número de pessoas que poderiam ir naquele dia a Roma. E, portanto, também isso será tido em conta quando se escolhe-lo.

Durante o funeral do papa polonês, realizado pelo então cardeal Joseph Ratzinger, tinha sido implantado em bandeiras Praça São Pedro com as palavras "Santo Subito". Um pedido de abertura do processo foi assinado pelos cardeais no conclave do período, e que era também a hipótese de se proceder imediatamente com a canonização, proclamando realmente Wojtyla "Santo Subito "em vez de abençoado. Bento XVI, após avaliação de cada proposta, decidiu em junho de 2005 iniciar o processo de imediato - sem esperar os cinco anos, desde que deve transcorrer desde a morte do candidato para o altar - mas sem atalhos.

Anglicano voltam a comunhão

Os primeiros passos do Ordinariato inglês

Durante a Santa Missa da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, na Catedral de Westminster (Londres), três ex-bispos anglicanos, suas esposas, alguns familiares e três freiras do convento anglicano de Walsingham foram recebidos na Igreja Católica. Os convertidos foram crismados e receberam a Sagrada Comunhão.

Espera-se para a 11 de janeiro a publicação do decreto pontifício de eração do Ordinariato inglês. Dentro de algumas semanas os ex-bispos serão ordenados sacerdotes católicos e, provavelmente, um deles será nomeado Ordinário. Na Páscoa se dará a recepção de cerca de 20 grupos, cerca de 50 clérigos e outros três ex-bispos eméritos.

sábado, 1 de janeiro de 2011

A santa Escravidão de Amor

A Santa Escravidão de Amor
do blog Christo Nihil Praeponere (
padrepauloricardo.org)

A Santa Escravidão a Jesus por Maria é uma prática de devoção antiguíssima, remontando aos primeiros séculos da Igreja. Com o passar dos séculos, experimentou uma admirável evolução, no sentido que cada vez melhor se compreendeu o que esta prática significava no contexto da fé. Passando pela escola francesa do século XVII do cardeal de Bérulle, Boudon, Olier, Condrem, São João Eudes, etc.
Foi em São Luís Grignion de Montfort que a doutrina e a prática da Santa Escravidão encontrou sua expressão mais perfeita, sendo também, por meio deste grande apóstolo de Maria, que esta prática devocional tornou-se popular. A doutrina e espiritualidade da Santa Escravidão de Amor foram imortalizadas por São Luís Grignion, no célebre escrito: “O Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”.
Tal livro demonstra com muita sabedoria, clareza e unção quem é a Santíssima Virgem, qual é o seu papel na vida da Igreja e de cada pessoa em particular, com efeito o livro mostra a missão materna que Deus confiou a Santíssima Virgem, as razões e a maneira como Deus sujeitou a ela todos os corações, bem como, o papel da Santíssima Virgem no estabelecimento do reinado de Cristo e sua união íntima com o segundo advento de seu filho.
O Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem foi escrito por São Luís Grignion de Montfort em 1712, e devido à grande força que esse escrito tem para levar as pessoas à verdadeira santidade foi fortemente combatido pelo inimigo infernal. O demônio quis verdadeiramente destruí-lo, mas Deus não permitiu, contudo, o inimigo escondeu este tratado durante cento e trinta anos. Tudo isso foi admiravelmente predito e escrito por São Luís, no próprio Tratado da Verdadeira Devoção onde narra:
“Vejo animais frementes que se precipitam furiosos para destruir com seus dentes diabólicos este pequeno manuscrito e aquele de quem o Espírito Santo se serviu para compô-lo, ou ao menos para fazê-lo ficar escondido no silêncio de um baú a fim de que não apareça”
(T.V.D. 112).
Assim, este livro escrito em 1712, desapareceu sendo reencontrado apenas em 1842 em um baú de livros velhos. Publicado em 1843 tornou-se leitura obrigatória de toda alma piedosa que buscasse a santidade. De fato, São Luís predisse o desaparecimento do livro, também, como o seu reaparecimento e o seu sucesso (c.f. T.V.D. 112), de modo que, depois que foi publicado o tratado, a Santa Escravidão tornou-se a via espiritual de muitos santos, que se fizeram escravos de Maria Santíssima, e na escola de seu Imaculado Coração aprenderam a amar a Deus e fazer sua santa vontade.

Santos como: São João Maria Vianney, São João Bosco, São Domingos Sávio, Santa Terezinha, Santa Gema Galgani, São Pio X, São Pio de Pietrelcina e tantos outros santos e santas do nosso tempo, viram, na total consagração a Santíssima Virgem não uma “devoção qualquer” ou “mais uma devoção” ...




...mas uma Devoção Perfeita, aquela devoção querida por Jesus ao fazer de cada um de nós filhos de sua Mãe Santíssima.
Um dos maiores apóstolos desta consagração foi nosso querido Papa João Paulo II, que se fez escravo por amor quando ainda era seminarista. E de tal forma esta total consagração ordenou sua vida e missão que adquiriu como seu lema pessoal o “Totus Tuus Mariae”. João Paulo II foi um testemunho vivo da eficácia desta consagração na vida de uma pessoa.